2/08/2026
Após aprovação da UE em junho, vantagem regulatória do Brasil em edição gênica perde força
Após aprovação da UE em junho, vantagem regulatória do Brasil em edição gênica perde força
O Brasil construiu, ao longo da última década, uma vantagem regulatória discreta mas relevante: tratar produtos de edição gênica como potencialmente não transgênicos, com avaliação caso a caso mais ágil do que a exigida para organismos geneticamente modificados clássicos. Essa vantagem acaba de perder parte de sua sustentação estrutural. (...)

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