RegTech não substitui o jurídico: ela redistribui onde está o risco de compliance
O volume de normas que incide sobre setores regulados no Brasil cresceu além da capacidade de leitura manual de qualquer time jurídico interno. Isso não é um problema de tecnologia. É um problema de capacidade operacional de compliance. Usar inteligência artificial para ler, triar e resumir normas regulatórias já não é diferencial competitivo. É condição básica para acompanhar o ritmo regulatório. Mas o valor dessa adoção depende de uma escolha específica: onde a empresa coloca a linha entre triagem automatizada e decisão jurídica. (...)