22/06/2026
O curtailment revela por que a eólica offshore não pode esperar
O curtailment revela por que a eólica offshore não pode esperar
Por que avançar na regulamentação da eólica offshore em um momento de excesso de geração? A questão foi colocada na audiência pública da Comissão de Serviços e Infraestrutura do Senado Federal realizada em 16 de junho de 2026, onde dados apresentados por Elbia Aparecida Silva Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica, indicam cortes de geração que chegam a 45% da capacidade de produção de investidores em eólica onshore no Brasil. A resposta dos participantes foi direta: o curtailment é um desequilíbrio de curto (...)
Senado debate eólica offshore e expõe gargalo regulatório que trava investimentos bilionários
Senado debate eólica offshore e expõe gargalo regulatório que trava investimentos bilionários
A Comissão de Serviços e Infraestrutura do Senado Federal realizou em 16 de junho de 2026 sua segunda audiência pública sobre a regulamentação da energia eólica offshore, dando continuidade ao debate iniciado em abril sobre as providências adotadas após a sanção da Lei nº 15.097 de 2025. Presidida pelo senador Marcos Pontes (PL/SP), a sessão reuniu representantes do setor privado, da academia, de agências reguladoras, de governos estaduais e da sociedade civil. O encontro produziu convergência sobre o potencial do setor e divergência sobre o (...)
ENSCEIS: A lei que transforma o SUS em instrumento de política industrial
ENSCEIS: A lei que transforma o SUS em instrumento de política industrial
O Projeto de Lei 2583/2020 é, na prática, a mais abrangente reforma do marco regulatório da saúde no Brasil em décadas. Após seis anos de tramitação, foi aprovado na Câmara dos Deputados com 352 votos a favor e 63 contrários — margem que traduz apoio político amplo e transversal. O texto está agora no Senado Federal, com urgência aprovada e relator designado para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), instância que precede o Plenário, com alta probabilidade de sanção presidencial ainda em 2026. (...)

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