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Câmara aprova mudanças no Código Florestal e proposta avança para análise do Senado
Câmara aprova mudanças no Código Florestal e proposta avança para análise do Senado
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (19) o envio ao Senado Federal do Projeto de Lei 364/2019, proposta que altera critérios de regularização ambiental previstos no Código Florestal e estende suas regras a diferentes biomas brasileiros, incluindo áreas atualmente protegidas por legislações específicas, como a Lei da Mata Atlântica. A decisão ocorreu após o Plenário rejeitar um recurso apresentado por parlamentares da oposição que buscavam levar o texto para votação direta em plenário antes do encaminhamento ao Senado. (...)
Ilegalidades no mercado de combustíveis comissão da Câmara aponta avanço do crime organizado no setor energético
Ilegalidades no mercado de combustíveis comissão da Câmara aponta avanço do crime organizado no setor energético
A Comissão Externa destinada a discutir os atos de pirataria e a agenda do chamado “Brasil Legal”, da Câmara dos Deputados, realizou nesta terça-feira (19) audiência pública para discutir ilegalidades nos mercados de petróleo, gás natural, derivados e biocombustíveis. O encontro reuniu representantes do governo federal, órgãos reguladores, entidades empresariais, autoridades de fiscalização e especialistas para debater os impactos de práticas ilícitas como adulteração de combustíveis, comercialização irregular, contrabando, fraudes tributárias e atuação do crime organizado na cadeia energética. (...)
O impasse dos medicamentos ambulatoriais: sustentabilidade econômica versus direitos do consumidor na Saúde Suplementar
O impasse dos medicamentos ambulatoriais: sustentabilidade econômica versus direitos do consumidor na Saúde Suplementar
O debate sobre a cobertura e o reembolso de medicamentos de uso ambulatorial e domiciliar pelas operadoras de planos de saúde no Brasil alcançou um patamar de complexidade que desafia a sustentabilidade do setor e a segurança jurídica das relações de consumo. De um lado, os beneficiários buscam o acesso a tratamentos modernos e essenciais para a manutenção da vida; de outro, as operadoras enfrentam uma escalada de custos que ameaça o equilíbrio atuarial do sistema privado. A mediação desse conflito, longe de ser pacificada, (...)
Cadeia de terras raras no Brasil avança entre riscos geopolíticos e tensões locais
Cadeia de terras raras no Brasil avança entre riscos geopolíticos e tensões locais
A Comissão de Finanças e Tributação e a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realizaram audiência pública conjunta, nesta terça-feira (19), para discutir a Política Nacional de Terras Raras, Minerais Críticos e Estratégicos. O encontro, conduzido pelo deputado Rogério Correia (PT/MG), abordou a dependência externa do setor, os PL 2780/2024 e PL 8325/2014, além dos conflitos socioambientais no Sul de Minas Gerais, onde duas mineradoras australianas planejam operar. (...)
Debêntures de infraestrutura: mercado recorde expõe risco estrutural que o setor ainda ignora
Debêntures de infraestrutura: mercado recorde expõe risco estrutural que o setor ainda ignora
A sanção da Lei Federal 14.801/2024, em janeiro daquele ano, não foi uma atualização marginal do regime tributário das debêntures incentivadas criado pela Lei 12.431/2011. Foi uma reconfiguração estrutural do modelo de financiamento privado de infraestrutura no Brasil, com duas implicações de primeira ordem para qualquer gestora ou concessionária que estrutura dívida de longo prazo: a criação de uma nova modalidade de instrumento com benefício fiscal do lado do emissor e a flexibilização significativa dos requisitos de enquadramento das debêntures incentivadas já existentes. (...)
Fomento público à bioeconomia não é subsídio: é disputa por posicionamento de mercado
Fomento público à bioeconomia não é subsídio: é disputa por posicionamento de mercado
O Fundo Amazônia, criado em 2008, aprovou e contratou R$ 4 bilhões em 50 projetos apenas entre 2023 e 2025, valor que segundo o BNDES representa 58% de todo o volume financeiro apoiado desde a sua criação. Ao mesmo tempo, o Programa Eco Invest Brasil, instituído pela Lei nº 14.995, de 10 de outubro de 2024, sinalizou investimentos da ordem de R$ 127,6 bilhões já nos três primeiros leilões. Essa convergência não é coincidência: é a arquitetura pública de um mercado que o Brasil quer (...)
Rol da ANS: cada nova cobertura obrigatória é uma decisão atuarial irreversível
Rol da ANS: cada nova cobertura obrigatória é uma decisão atuarial irreversível
Entre 2021 e 2023, a Agência Nacional de Saúde Suplementar incorporou ao rol de procedimentos e eventos em saúde dezenas de novos itens, incluindo terapias de alto custo, tecnologias de saúde digital e procedimentos oncológicos de segunda e terceira linha. A Resolução Normativa nº 465/2021, a RN nº 539/2022 e, posteriormente, a RN nº 555/2022, que dispõe sobre o rito processual de atualização do rol e consolida o marco regulatório após a edição da Lei nº 14.454/2022, sedimentaram um modelo de cobertura cuja lógica de (...)
Hedging regulatório no mercado livre: como consumidores de alta tensão gerenciam risco sistêmico
Hedging regulatório no mercado livre: como consumidores de alta tensão gerenciam risco sistêmico
A migração para o Ambiente de Contratação Livre não encerra o problema de risco energético do consumidor industrial: ela o transforma. Sair do regime cativo significa abandonar a proteção tarifária da distribuidora em troca de flexibilidade de preço e fornecedor, mas também significa assumir exposição direta à volatilidade hidrológica, à assimetria regulatória entre os ambientes de contratação e, sobretudo, à incerteza sobre as regras que estruturam o próprio mercado. Para presidentes e diretores de empresas eletro-intensivas, a questão estratégica não é mais se migrar, mas (...)
Código Florestal, segurança jurídica e consolidação do CAR ampliam debate sobre crédito, rastreabilidade e regulação ambiental no país
Código Florestal, segurança jurídica e consolidação do CAR ampliam debate sobre crédito, rastreabilidade e regulação ambiental no país
A consolidação do Cadastro Ambiental Rural como instrumento de segurança jurídica e potencial ativo de garantia financeira vem ampliando o debate entre governo, setor produtivo, mercado financeiro e especialistas ambientais sobre o futuro da regulação ambiental brasileira. Criado pelo Código Florestal Brasileiro, o cadastro deixou de ser visto apenas como ferramenta de regularização ambiental e passou a ocupar espaço crescente nas discussões sobre crédito rural, rastreabilidade agropecuária, mercado de carbono e atração de investimentos ligados às agendas ESG. (...)
Transnordestina e o custo real da caducidade: mais de seis anos sem resolução do passivo contratual
Transnordestina e o custo real da caducidade: mais de seis anos sem resolução do passivo contratual
A caducidade de concessão não é um mecanismo de sanção administrativa ordinária. É a extinção compulsória de um contrato de longo prazo por inadimplemento do concessionário, com consequências que ultrapassam a relação bilateral entre poder concedente e operador privado e atingem diretamente a continuidade de serviços públicos essenciais, a segurança jurídica do setor e o apetite de capital institucional para novas rodadas de licitação. Em maio de 2026, o Plenário do Tribunal de Contas da União debate ativamente os termos do acordo que pode encerrar (...)
Caminhoneiros e parlamentares pressionam SUSEP a rever regras do mutualismo no transporte de cargas
Caminhoneiros e parlamentares pressionam SUSEP a rever regras do mutualismo no transporte de cargas
A Comissão de Viação e Transportes realizou, em 12 de maio, audiência pública para discutir os impactos da regulação da proteção patrimonial mutualista no transporte de cargas. Ao longo da audiência, houve consenso entre os participantes sobre a importância da regulamentação do setor e sobre a necessidade de garantir maior segurança jurídica às associações mutualistas. As divergências surgiram principalmente em torno da obrigatoriedade de administradoras nas operações mutualistas e dos impactos financeiros que as novas exigências podem gerar para caminhoneiros autônomos e pequenas associações regionais. (...)
Setor elétrico amplia geração renovável, reduz encargos e acelera expansão da infraestrutura em 2025
Setor elétrico amplia geração renovável, reduz encargos e acelera expansão da infraestrutura em 2025
O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou o Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Edição Especial Consolidação 2025, documento que apresenta um balanço do desempenho do setor elétrico ao longo do último ano. Os dados indicam avanço da capacidade instalada, crescimento das fontes renováveis, ampliação da infraestrutura de transmissão e redução dos custos operacionais do sistema. (...)

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