Eleições
Queda inédita da abstenção levou 3 milhões de eleitores a mais às urnas no 2º turno
Queda inédita da abstenção levou 3 milhões de eleitores a mais às urnas no 2º turno
O segundo turno das eleições presidenciais de 2026 registrou uma redução inédita da abstenção em relação ao primeiro turno na série analisada desde 2002. Segundo o relatório Pós-Eleição 2026, da DataPolicy PRO, o percentual de eleitores que não compareceram caiu de 21,08% para 19,22%, acompanhado pelo aumento de aproximadamente 3 milhões de votantes. O movimento ocorreu em uma disputa na qual Luiz Inácio Lula da Silva terminou com 51,79% dos votos válidos, ante 48,21% de Flávio Bolsonaro. (...)
A eleição acabou. A crise de confiança, não
autor convidado
A eleição acabou. A crise de confiança, não
O segundo turno de 25 de outubro encerrou a disputa presidencial, mas não a desconfiança em relação às instituições que organizaram, arbitraram e mediram o pleito. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Supremo Tribunal Federal (STF), as plataformas digitais e os institutos de pesquisa enfrentaram questionamentos distintos. Todos convergiram, porém, para a mesma deficiência, a dificuldade de demonstrar de forma verificável os critérios que orientam suas decisões. (...)
Especial pós-eleição. Seis estados e 5.571 cidades: onde a virada de Lula foi decidida
autor convidado
Especial pós-eleição. Seis estados e 5.571 cidades: onde a virada de Lula foi decidida
Na primeira parte deste especial, mostramos como Lula saiu de 1,9 ponto atrás no 1º turno para 3,6 pontos à frente no 2º, num resultado que as pesquisas não mostravam e que o nosso modelo (o "Panorama Eleitoral" de 24 de outubro de 2026, da DataPolicy), que as tem como referência, via em cerca de 1 de cada 4 cenários, mas com uma margem que não esperava. Agora, a pergunta é onde: em quais estados, em quais cidades, e com quanto peso. (...)
Especial pós-eleição. A virada que as pesquisas não mostravam
autor convidado
Especial pós-eleição. A virada que as pesquisas não mostravam
Lula parte 1,9 ponto atrás no 1º turno, vence o 2º por 3,6 pontos e quebra uma regra que durava desde 2002. O que o modelo da DataPolicy PRO, que tem as pesquisas como referência, via — e o que não via. (...)
Planos de Lula e Flávio para ciência e tecnologia divergem no diagnóstico e dependem do Congresso
Planos de Lula e Flávio para ciência e tecnologia divergem no diagnóstico e dependem do Congresso
Os programas de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), e por Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), adotam prioridades distintas para a ciência e a tecnologia. O documento de Lula associa o tema à soberania nacional, enquanto o de Flávio o vincula à produtividade das empresas. (...)
Lula e Flávio Bolsonaro apresentam propostas distintas para energia, meio ambiente e infraestrutura
Lula e Flávio Bolsonaro apresentam propostas distintas para energia, meio ambiente e infraestrutura
Os programas de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apresentam diferentes abordagens para as políticas de energia, meio ambiente e infraestrutura. As propostas envolvem desde a exploração de petróleo e gás e a transição energética até o licenciamento ambiental, o financiamento de obras e a participação do setor privado. (...)
Crédito, infraestrutura e política fundiária dividem propostas de Lula e Flávio para o agro
Crédito, infraestrutura e política fundiária dividem propostas de Lula e Flávio para o agro
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) chegam ao segundo turno da eleição presidencial com propostas distintas para o setor agropecuário. Embora os programas apresentem pontos de convergência em temas como seguro rural, irrigação, fertilizantes, conectividade e biocombustíveis, as candidaturas adotam abordagens diferentes para financiamento, infraestrutura, política fundiária e tributação. (...)
Entre conservação e produção: as prioridades ambientais nos planos de Lula e Flávio
Entre conservação e produção: as prioridades ambientais nos planos de Lula e Flávio
Os programas de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), relacionam a conservação ambiental ao desenvolvimento econômico e ao uso dos recursos naturais. As diferenças estão nas metas, na regulação ambiental e nos instrumentos propostos para conciliar produção e preservação. (...)
O passado como promessa e o futuro como aposta na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro
autor convidado
O passado como promessa e o futuro como aposta na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro
No segundo turno, a defesa do legado e a promessa de mudança expõem estratégias eleitorais distintas, cada uma com riscos próprios para o próximo ciclo de governo. (...)
Lula e Flávio propõem diferentes estratégias para expansão e modernização do setor energético
Lula e Flávio propõem diferentes estratégias para expansão e modernização do setor energético
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) chegam ao segundo turno da eleição presidencial com propostas distintas para o setor energético. Os programas abordam temas como custo da eletricidade, armazenamento, transmissão, fontes renováveis, gás natural, petróleo e biocombustíveis, com pontos de convergência e diferenças nos instrumentos previstos. (...)
Eleições estaduais definem parte dos próximos movimentos do setor de energia
Eleições estaduais definem parte dos próximos movimentos do setor de energia
Resultado do primeiro turno manteve governos em importantes polos de petróleo, gás e geração renovável, enquanto estados como Rio de Janeiro, Amazonas e Rio Grande do Norte ainda terão segundo turno. (...)
PL terá maior bancada do Senado desde 1988 e amplia influência sobre agenda regulatória
PL terá maior bancada do Senado desde 1988 e amplia influência sobre agenda regulatória
A eleição de 4 de outubro produziu uma mudança expressiva na composição do Senado Federal. O PL elegeu 19 dos 54 senadores que estavam em disputa e deverá chegar a 28 integrantes na próxima legislatura. O número fará da legenda a maior bancada partidária da Casa no início de uma legislatura desde a promulgação da Constituição de 1988. PT e MDB deverão ocupar, respectivamente, a segunda e a terceira posições, com nove e oito senadores. (...)

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