Tecnologia
O Redata barateia o equipamento e adia o resto
autor convidado
O Redata barateia o equipamento e adia o resto
O governo sancionou em 15 de setembro a Lei 15.504/2026, que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter, o Redata, e suspende os tributos federais incidentes sobre os equipamentos usados para montar, ampliar ou modernizar data centers no Brasil. Quem quiser usar o benefício precisa se habilitar na Receita Federal e assumir compromissos. A renúncia prevista para este ano é de R$ 5,2 bilhões, com cerca de R$ 1 bilhão em cada um dos dois anos seguintes. A Associação Brasileira das Empresas (...)
Redata é sancionado e cria regime tributário para incentivar data centers no Brasil
Redata é sancionado e cria regime tributário para incentivar data centers no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (15/09), a Lei nº 15.504/2026, que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata). A norma, publicada no Diário Oficial da União, estabelece incentivos fiscais para projetos de instalação, modernização e ampliação de data centers no Brasil. O regime tem origem no Projeto de Lei (PL) 278/2026, aprovado pelo Senado Federal em 1º de setembro, após ter sido analisado pela Câmara dos Deputados. A medida prevê a suspensão, por cinco anos, de (...)
Redes privadas de 5G ampliam uso industrial e colocam regras de espectro em revisão
Redes privadas de 5G ampliam uso industrial e colocam regras de espectro em revisão
O uso do 5G em ambientes industriais começa a ampliar o debate sobre como o espectro de radiofrequências é utilizado por empresas que precisam de redes próprias. No Brasil, esse modelo já possui regulamentação e pode ser adotado por indústrias, empresas de energia, operações agropecuárias, mineração, óleo e gás e outros setores. (...)
Monitoramento da transmissão de energia cada vez mais guiado por dados
Monitoramento da transmissão de energia cada vez mais guiado por dados
A digitalização está mudando a forma como grandes infraestruturas são monitoradas e operadas. No setor de transmissão de energia, sensores, inteligência artificial, sistemas automatizados e ferramentas de análise de dados estão permitindo acompanhar equipamentos e linhas de transmissão com maior precisão, identificar anomalias e antecipar problemas antes que eles resultem em falhas. (...)
Dashboards regulatórios deixam de ser conveniência e viram infraestrutura de risco corporativo
Dashboards regulatórios deixam de ser conveniência e viram infraestrutura de risco corporativo
O volume de proposições, atos normativos e decisões de agências reguladoras que afetam o setor digital brasileiro já superou a capacidade de acompanhamento manual de qualquer área jurídica ou de relações institucionais, por mais bem estruturada que seja. Esse não é um problema de escala, é um problema de arquitetura de decisão. (...)
Fair Share na internet: entre o financiamento de redes e a neutralidade digital
Fair Share na internet: entre o financiamento de redes e a neutralidade digital
O crescimento do consumo de dados, impulsionado pela expansão de serviços de streaming, computação em nuvem, inteligência artificial, jogos online e novas aplicações digitais, ampliou a discussão internacional sobre como deve ser financiada a infraestrutura que sustenta o funcionamento da internet. (...)
Senado debate regras para data centers de IA e impactos sobre energia, água e comunidades
Senado debate regras para data centers de IA e impactos sobre energia, água e comunidades
Nesta terça-feira, 4 de agosto, o Senado Federal debateu a regulamentação dos data centers voltados à inteligência artificial durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT). O encontro teve como objetivo instruir o Projeto de Lei nº 3.018/2024 e reuniu representantes de organizações da sociedade civil, especialistas em tecnologia e uma liderança indígena para discutir os impactos energéticos, ambientais, econômicos e sociais da expansão dessas infraestruturas. (...)
RegTech não substitui o jurídico: ela redistribui onde está o risco de compliance
RegTech não substitui o jurídico: ela redistribui onde está o risco de compliance
O volume de normas que incide sobre setores regulados no Brasil cresceu além da capacidade de leitura manual de qualquer time jurídico interno. Isso não é um problema de tecnologia. É um problema de capacidade operacional de compliance. Usar inteligência artificial para ler, triar e resumir normas regulatórias já não é diferencial competitivo. É condição básica para acompanhar o ritmo regulatório. Mas o valor dessa adoção depende de uma escolha específica: onde a empresa coloca a linha entre triagem automatizada e decisão jurídica. (...)
Mercados digitais, defesa da concorrência e implicações estratégicas: uma análise do PL 4.675/2025
autor convidado
Mercados digitais, defesa da concorrência e implicações estratégicas: uma análise do PL 4.675/2025
O projeto de lei que acrescenta a proteção à concorrência nos mercados digitais entre as atribuições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) atingiu estágio avançado de tramitação na Câmara dos Deputados. Com parecer preliminar e substitutivo apresentados pelo relator, deputado Aliel Machado (PV-PR), o PL 4675/2025 foi encaminhado ao Plenário em condições regimentais de votação, mas não chegou a ser apreciado antes do início do recesso parlamentar, iniciado em 18 de julho. (...)
Regulação em construção: inteligência artificial, infraestrutura digital e a participação privada no processo normativo brasileiro
autor convidado
Regulação em construção: inteligência artificial, infraestrutura digital e a participação privada no processo normativo brasileiro
Em menos de dois anos, o Brasil aprovou no Senado Federal um marco legal de inteligência artificial, deixou expirar uma medida provisória que desonera data centers e lançou um programa de sandbox regulatório. O Estado brasileiro avança, mas sem uma agenda regulatória unificada. Para o setor corporativo, essa movimentação descoordenada configura tanto uma oportunidade real quanto um risco concreto. (...)
Plataformas digitais e banda larga: quem consome a rede não paga por ela
Plataformas digitais e banda larga: quem consome a rede não paga por ela
A expansão acelerada do consumo de serviços digitais no Brasil não é acompanhada por um modelo regulatório que distribua de forma equitativa os custos de infraestrutura necessários para sustentá-la. Enquanto plataformas de streaming, redes sociais, marketplaces e grandes provedores de conteúdo concentram volumes crescentes de tráfego sobre redes construídas e mantidas por operadoras de telecomunicações, o debate sobre quem deve financiar essa expansão permanece juridicamente inconcluso e politicamente inercial. (...)
Agenda Legislativa da Indústria 2026 inclui regulamentação da inteligência artificial e política industrial entre proposições prioritárias
Agenda Legislativa da Indústria 2026 inclui regulamentação da inteligência artificial e política industrial entre proposições prioritárias
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) incluiu a regulamentação da inteligência artificial e a institucionalização de uma política industrial de longo prazo entre as prioridades legislativas para 2026. As duas proposições integram a Pauta Mínima da 31ª edição da Agenda Legislativa da Indústria, lançada em sessão solene no Plenário da Câmara dos Deputados na última terça-feira (24). (...)

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